Chamo-lhe tristeza, se é não sei
pára-me o sentir a descoberta
veda-me o olhar ao que acontece se renova e clareia
fico parada num corpo que nada quer
... a não ser sentir o que sente
a mágoa que teve, o que não foi nem será
não! não é saudade
saudade é exaltação do vivido, eternizando-o sempre
nem já tenho lágrimas, apenas este freio na boca
as mãos cravadas no ventre
as pernas cerradas sem dia nem noite
e esta máscara que me defende
dum desencontro que não entendo
pára-me o sentir a descoberta
veda-me o olhar ao que acontece se renova e clareia
fico parada num corpo que nada quer
... a não ser sentir o que sente
a mágoa que teve, o que não foi nem será
não! não é saudade
saudade é exaltação do vivido, eternizando-o sempre
nem já tenho lágrimas, apenas este freio na boca
as mãos cravadas no ventre
as pernas cerradas sem dia nem noite
e esta máscara que me defende
dum desencontro que não entendo